Big Data: A ferramenta de coleta de dados digitais que virou estratégia de marketing para empresas

Big Data é o conjunto de soluções tecnológicas capaz de lidar com dados digitais em volume, variedade e velocidade inéditos até hoje. Na prática, a tecnologia permite analisar qualquer tipo de informação digital em tempo real, gerando informações sobre hábitos, preferências e personalidade, entre muitas outras características.

Big-data

Publicado em 24 de setembro de 2013 / Marketing Digital para E-commerce, News, Tecnologia da Informação

Estes dados são armazenados, analisados e usados por empresas interessadas em entender o seu comportamento para atender as suas demandas de consumo, sendo fundamental para a tomada de decisões.

Esse recurso começa a ser usado por empresas brasileiras para entender seus consumidores. De acordo com a ABI Research, o mercado de big data vai crescer 30% ao ano nos próximos cinco anos, passando de 31 bilhões de dólares em 2013 a 114 bilhões em 2018.

Apesar de todo o investimento estimado na área, o nome assusta muita gente e boa parte dos executivos ainda não sabe exatamente o que fazer com o tal “big data”, que desponta no cenário tecnológico como a solução de todos os problemas de estratégia e relacionamento de uma empresa.

Engana-se quem pensa que esse distanciamento das inovações tecnológicas é exclusividade brasileira. O primeiro Chief Data Officer do Brasil, Mario Faria, e hoje, atuando na Fundação Bill & Melinda Gates, garante que nem mesmo nos Estados Unidos o conceito de “grandes dados” foi totalmente incorporado e dá algumas dicas sobre como usar a estratégia a favor dos seus negócios.

Big Data não faz milagre

Um amontoado de informações não significa rigorosamente nada se não houver uma equipe qualificada de olho na estratégia dos negócios. Ou seja, a diferença maior está na análise desses dados. Não há nada que substitua os profissionais especializados em tomar decisões com base em conceitos analíticos e não intuitivos.

Análise de dados atende as estratégias do negócio (e não à tecnologia)

Se o projeto de gestão de grandes dados nascer e ficar dentro do departamento de Tecnologia da Informação, possivelmente ele será sub aproveitado. O caminho deve ser o inverso. A empresa tem de partir do problema que ela pretende resolver e aí sim buscar a análise dos dados. Monitorar e gerir dados é uma iniciativa que deve vir da área de negócios e não de tecnologia.

A questão não é só de funções, mas de estratégia. As equipes de TI, via de regra, não estão em contato direto com a frente de atendimento das empresas e, com isso, acabam distantes dos insights que poderiam ser solucionados a partir de uma gestão eficiente de informações. Para cuidar desses dados, não basta conhecer tecnologia. É preciso entender muito de processos, das áreas específicas dos negócios da empresa, de modelagem estatística e até de comunicação.

Fonte: Revista exame



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