Código de Autorregulamentação para a prática de E-Mail Marketing

COMO FAZER E-MAIL MARKETING DE FORMA ÉTICA Está em fase final de assinatura pelas entidades signatárias o Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing. Trata-se da maior, mais abrangente e mais representativa iniciativa para delinear as práticas corretas e eticamente aceitas em ações de e-mail marketing. Inicialmente, o código surgiu como alternativa espontânea de […]


Publicado em 21 de agosto de 2009 / E-mail Marketing

COMO FAZER E-MAIL MARKETING DE FORMA ÉTICA

Está em fase final de assinatura pelas entidades signatárias o Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing. Trata-se da maior, mais abrangente e mais representativa iniciativa para delinear as práticas corretas e eticamente aceitas em ações de e-mail marketing.

Inicialmente, o código surgiu como alternativa espontânea de conduta gerada pelo mercado a um projeto de lei que não foi concluído pelo congresso nacional e tratava o e-mail marketing como um crime digital de forma equivocada.

O que torna esse código o mais expressivo trabalho realizado sobre o tema é, justamente, o fato dele ter sido elaborado e aceito por representantes de toda a cadeia produtiva do e-mail marketing. Estão presentes entidades ligadas a anunciantes, agências digitais de comunicação, provedores de Internet e o consumidor final. O código também tem a chancela do órgão regulador da Internet brasileira, o CGI – Comitê Gestor de Internet.

Em resumo, muito do que está previsto no código já vem sendo adotado por empresas que tratam o e-mail marketing de maneira séria. Mas há algumas questões importantes previstas no código, entre as quais se destacam:

a. Modelo soft opt-in: não é necessário ter a permissão expressa do destinatário para lhe enviar e-mail marketing, desde que exista um relacionamento prévio, comercial ou social, com o remetente. Com isso, uma empresa pode enviar e-mails para seus clientes sem incorrer em prática abusiva;

b. Opção de descadastro: além do comumente utilizado link de descadastro, será obrigatória a apresentação na mensagem de uma segunda alternativa de descadastro para o usuário escolher. E essa alternativa não pode ser um link clicável. Pode ser um telefone, fax, e-mail, SMS. E pode até ser um endereço na web, mas sem link vinculado a ele. Com isso, elimina-se o receio que diversas pessoas têm de clicar em links deste tipo por pensarem se tratar de algum artifício que oculta finalidades distintas;

c. E-mail de remetente com domínio próprio: não será mais possível utilizar domínios de provedores de acesso no endereço do remetente.

Veja o código completo em PDF aqui.

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