Facebook começa a trabalhar com inteligência artificial

Com foco no aprendizado e na compreensão do pensamento humano, o modelo em estudo é chamado “deep learning” (aprendizado profundo), e será incluído na plataforma assim que ficar pronto.

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Publicado em 1 de outubro de 2013 / Mídias Sociais, News, Tecnologia da Informação

O Facebook começou a desenvolver um sistema de inteligência artificial. Com foco no aprendizado e na compreensão do pensamento humano, o modelo em estudo é chamado “deep learning” (aprendizado profundo), e será incluído na plataforma assim que ficar pronto.

No entanto, “deep learning” não é um programa, uma base tecnológica ou um sistema específico, e sim um ideal a ser atingido, um modelo imaginário de inteligência artificial que os pesquisadores estão buscando desenvolver. Por ter foco na compreensão do pensamento do homem, ele possibilitaria uma interação melhor entre usuário e máquina, o que poderia acabar com a frustração de você tentar se comunicar com a Siri em seu iPhone e não conseguir fazer nada funcionar direito.

O Facebook não é a única empresa que está abordando o assunto. O Google já está pesquisando sobre um projeto, chamado de “Google Brain”, que busca criar um núcleo de inteligência artificial que pense da mesma forma que um cérebro humano. A Microsoft também se baseou no conceito para desenvolver um tradutor em tempo real de Inglês-Mandarin, e no Japão já se usam redes neurais para controlar robôs eletrônicos.

Como funciona

O objetivo do Facebook é aprimorar o sistema da rede social, principalmente no que se refere ao seu feed de notícias. Os executivos admitem que o programa de inteligência artificial usado hoje não é capaz de realmente compreender o que o usuário deseja ver, já que se baseia apenas em estatísticas e não consegue assimilar, por exemplo, sarcasmo ou outras linhas mais humanizadas de pensamento, como emoções. Esse também é um dos motivos para a não tão recente inclusão da opção.

Quando o sistema for implementado, as mudanças serão percebidas no feed de notícias e como ele se relaciona com o usuário. O Facebook poderá aprender seus gostos e mostrar as notícias de acordo com eles, alterando a experiência online para que ela se torne algo realmente pessoal. Outro ponto que provavelmente será beneficiado pela pesquisa em deep learning são os álbuns de imagens, que terão maior capacidade de reconhecer quem são as pessoas presentes nas fotos e direcioná-las para os feeds correspondentes.

Fonte: TechTudo



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