Google avisa: “Nas redes sociais, o consumidor já fala de você”

Sua empresa não integra uma rede social? “Os consumidores já falam dela por lá”, disse o diretor-geral do Google Brasil, Alex Dias, no Seminário INFO – Twitter, orkut e Flickr. Durante a palestra “Os 60 milhões de perfis no orkut – oportunidades e desafios”, Dias destacou que a internet é, por definição, um ambiente social. […]


Publicado em 21 de setembro de 2009 / Mídias Sociais

Sua empresa não integra uma rede social? “Os consumidores já falam dela por lá”, disse o diretor-geral do Google Brasil, Alex Dias, no Seminário INFO – Twitter, orkut e Flickr.

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Durante a palestra “Os 60 milhões de perfis no orkut – oportunidades e desafios”, Dias destacou que a internet é, por definição, um ambiente social. “Mesmo o algoritmo do Google, que é tido como algo binário, é um reflexo da vontade do usuário. Ele mostra a relevância”, afirmou. Por isso, estar presente dentro desses ambientes é fundamental para estabelecer contato com os consumidores.

De acordo com dados mostrados pelo diretor-geral do Google Brasil, hoje mais de 1,6 bilhão de pessoas estão conectadas no planeta, e 300 milhões ingressam na web a cada ano. Essa multidão gera 10 petabytes de informações diariamente, quantidade equivalente a oito vezes o conteúdo das bibliotecas dos Estados Unidos. No Brasil, o orkut já conta com mais de 30 milhões de usuários, que permanecem no site durante uma média de 15 minutos diários. “Quase todo mundo está lá.” O número de internautas no país já está na casa dos 65 milhões.

Para Dias, as redes sociais ainda são um ambiente novo. Por esse motivo, não existe uma fórmula mágica capaz de mostrar o melhor modo de agir. “Há três tendências hoje no consumo de mídia: explosão de conteúdo; interatividade e controle; e fragmentação. Esses três fatores estão atuando a todo momento e em todas as parte do mundo.”

A internet, segundo o diretor-geral do Google Brasil, abriu um leque de opções para o consumidor falar o que pensa. “Você tem que ter uma estratégia social”, diz. “A boa notícia é que ainda estamos no começo dessa onda.” Os blogs, por exemplo, já influenciam os padrões de consumo. Na opinião de Dias, como qualquer outro meio, a internet precisa de criatividade – ainda mais quando se pensa em desenvolver uma ação social.

É necessário também conferir os resultados de iniciativas nesse sentido. “Os dados falam”, afirmou. “Comecem a escutar esse consumidor.” Ele explicou, no entanto, que as empresas não devem ficar preocupadas se o número de pessoas atingidas for relativamente pequeno. “Muita gente reclama que não tem escala, mas esse aprendizado é só seu.”

Segundo ele, quatro fatores têm guiado a evolução da web e precisam ser observados por quem quer entender o fenômeno das redes sociais. O primeiro deles é a mudança nas formas de distribuição de conteúdo. “Tudo está migrando, em maior ou menor velocidade, para o online.” Como exemplo, ele citou o porcentual de pessoas que assiste aos noticiários noturnos das redes americanas ABC, CBS e NBC: eram 30% em 1990, e hoje são 16%. Já o volume de uploads por hora no YouTube soma 20 horas por minuto.

O segundo fator mostra que o consumo de mídia se tornou pessoal. “As pessoas não só querem alguma interação como querem falar sobre a mídia”, disse. Houve também uma mudança na cadeia de produção de conteúdo, com a eliminação de uma série de intermediários entre o artista e o público. Em terceiro lugar está a integração. “A gente vai chegar a uma integração total em todos os meios, com a internet sendo o coração disso. Creio que isso vá ocorrer nos próximos anos.”

Para dias, o quarto fator é o amadurecimento do uso da internet em dispositivos móveis. De acordo com uma pesquisa da China Mobile, 91% das pessoas mantêm seus celulares a menos de 1 metro de distância durante 24 horas por dia e 7 dias por semana. O porcentual de usuários da internet móvel já chega a 15%. E o consumo de dados explode sempre que as operadoras oferecem planos de acesso a preços competitivos.

Fonte: Info Plantão

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